De acordo com a publicação, os militares conduziram, no Centro de Avaliações do Exército (CAEx), a instrução sobre o processo de colimação da viatura e realizaram testes de engenharia do computador balístico em desenvolvimento, com a execução de tiros reais à distância predefinida.
O protótipo da Engesa EE-9 Cascavel NG passou por testes de fogo com um canhão de 90 mm para coletar dados para o sistema de controle de tiro que está sendo desenvolvido para o veículo.
Nas atividades, participaram o Escritório de Projetos do Exército (EPEx) e o Centro de Instruções de Blindados (CI Bld), que avaliaram a incorporação das necessidades do usuário final no processo de desenvolvimento da viatura, etapa fundamental para evitar retrabalhos e otimizar o cronograma do projeto.
"Na ocasião, os militares do CI Bld executaram o processo de colimação, exercitaram a motricidade associada à operação da torre modernizada e realizaram os disparos programados para a semana, com cálculo balístico realizado pelo computador de tiro incorporado ao novo SMEM", destaca a publicação.
Representantes do Consórcio Força-Terrestre e militares da Diretoria de Fabricação (DF) e do CAEx também conduziram sessões de discussão para coletar impressões sobre o estado atual do sistema e transmitir demandas para a Engesa.
Os resultados obtidos indicaram robustez dos sistemas optrônicos integrados à viatura, além de um estágio de maturidade relevante no processamento dos parâmetros que afetam a precisão do armamento principal.
Os dados de engenharia coletados servirão para o aperfeiçoamento do sistema de tiro em desenvolvimento. De acordo com as previsões, cinco viaturas serão entregues.