"Tenho que confessar aqui e dizer: passei os últimos dois dias 'não nos braços do amor', mas sim escapando de ser morto", disse ele. "Já de manhã eu não aterrissei onde eu deveria porque disseram que iriam disparar contra o helicóptero", acrescentou.
Em março de 2025, Petro já havia declarado que grupos criminosos haviam feito "quatro tentativas" de assassiná-lo. Anteriormente, ele também havia afirmado — sem citar nomes ou apontar organizações específicas — que "traficantes de drogas" haviam adquirido "dois mísseis" supostamente para atacar seu avião presidencial.
O gerente do Sistema de Meios Públicos, Hollman Morris, publicou nas redes sociais que Petro também havia descoberto "uma armação para colocar alucinógenos em um automóvel".
As afirmações de Petro acontecem semanas depois do líder colombiano firmar uma parceria com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para combater o narcotráfico no país.
A união com Washington fez, há poucos dias, com que o Clã do Golfo, reconhecido como o principal cartel de tráfico de drogas que exporta cocaína da Colômbia, deixasse as negociações de paz sediadas no Catar. A organização rejeitou o foco de Bogotá e Washington em prender o líder do grupo, Chiquito Malo.