Ao todo serão 26 blocos, sendo oito já previstos em edital. De acordo com o governo federal o leilão pode arrecadar até R$ 3,2 bilhões em bônus de assinatura, R$ 1,6 trilhão em arrecadação governamental ao longo do ciclo dos contratos e cerca de R$ 1,4 trilhão em investimentos.
Esta foi a primeira vez que a viabilidade ambiental foi emitida conjuntamente pelos ministérios, para agilizar o processo de avaliação. Com a autorização, a Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANP) poderá avançar na inclusão dos blocos em leilões a serem realizados.
Os blocos estão localizados em grande parte do polígono do pré-sal e duas das principais bacias produtoras do país, informaram as pastas em nota.
O orçamento de 2026 prevê R$ 31 bilhões com a venda da participação da União em certames de petróleo.
A empresa vencedora do leilão assume os riscos do negócio, arcando com os prejuízos se não encontrar petróleo ou gás natural, e se torna proprietária do que for encontrado e produzido e paga participações governamentais, como bônus de assinatura, pagamento pela ocupação ou retenção de área, royalties etc.