Nos cenários de 1º turno, Lula aparece sempre na liderança, variando entre 35% e 39% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro oscila entre 29% e 33%. A diferença entre ambos vai de quatro a oito pontos, dependendo da composição dos candidatos. No 2º turno, a redução da vantagem de Lula é descrita pelo diretor da Quaest, Felipe Nunes, como "residual", mas suficiente para indicar uma disputa mais apertada do que no fim de 2025, segundo o G1.
A rejeição dos dois principais candidatos é praticamente idêntica: 54% para Lula e 55% para Flávio. Entre independentes, ambos registram 64%. Apesar disso, Lula mantém um potencial de voto ligeiramente maior, com 42% contra 36% do senador. Para Nunes, esse equilíbrio de rejeição reforça a perspectiva de uma eleição competitiva e polarizada.