De acordo com o The New York Times, a equipe de segurança nacional de Trump o convenceu a não tomar nenhuma medida enquanto o Pentágono fortalece suas capacidades na região e reforça as defesas nos 11 países que poderiam ser vulneráveis a uma retaliação iraniana.
"O presidente Trump tem todas as opções em cima da mesa em relação ao Irã. Ele ouve uma variedade de perspectivas sobre qualquer assunto, mas toma a decisão final com base no que é melhor para o nosso país e para a segurança nacional", disse a porta-voz da Casa Branca, Anna Kelly.
No dia 26 de janeiro, o Comando Central dos EUA (CENTCOM) anunciou que o grupo de ataque do porta-aviões USS Abraham Lincoln foi enviado ao Oriente Médio para apoiar a segurança e a estabilidade regional.
Trump já afirmou que Washington precisa de um segundo porta-aviões no Oriente Médio caso os Estados Unidos não consigam chegar a um acordo com o Irã.
No mês passado, o chefe da Casa Branca disse que uma "enorme armada" estava a caminho do Irã e expressou a esperança de que Teerã concordasse em negociar um acordo justo e equitativo que envolvesse o desarmamento completo de suas armas nucleares. Trump alertou que, se nenhum acordo sobre o programa nuclear iraniano fosse alcançado, qualquer futuro ataque dos EUA ao país seria "muito pior" do que os anteriores.