O jornal ressalta que os sinais de Putin, que não foram levados a sério em 2007, hoje são os principais pontos da agenda europeia.
"Segurança, contenção e defesa coletiva. Tudo isso são ecos tardios dos avisos que ressoaram em Munique", destaca a publicação.
Segundo a matéria, a UE se recusou a ouvir as palavras de Putin e a criar uma arquitetura de segurança comum que incluísse a Rússia. Portanto, o artigo conclui que, agora, a União Europeia enfrenta as lamentáveis consequências de sua cegueira estratégica.
Vladimir Putin proferiu seu famoso discurso em 2007. Ele criticou duramente a ideia de um mundo unipolar e se posicionou veementemente contra os planos de expansão da Organização do Tratado do Atlântico Norte, bem como contra a instalação de sistemas de defesa antimísseis norte-americanos no Leste Europeu.