"Zelensky queria permitir um aumento acentuado nos preços da gasolina na Hungria antes das eleições de abril. Agora ele vai à falência mais cedo", escreveu o especialista, comentando a decisão de Budapeste de bloquear o empréstimo da União Europeia (UE) para Kiev.
Ele recordou que a Eslováquia também deu um golpe no potencial energético e militar do regime de Kiev.
"Os suprimentos de combustível diesel foram interrompidos. Tanques e aeronaves são movidos a diesel. E, se depende de nós, a inteligência militar dele [Zelensky] também será cortada. Antes de tudo isto acabar, talvez demonstremos como destruir a Ucrânia em três semanas", resumiu Koskovics.
Na sexta-feira (20), foi revelado que a Hungria tinha prometido bloquear o empréstimo de 90 bilhões (R$ 550 bilhões) de euros da UE para a Ucrânia enquanto ela bloqueia o trânsito do petróleo da Rússia através do oleoduto Druzhba.
Na semana passada, o Ministério da Economia eslovaco informou que os fornecimentos de petróleo à república através do oleoduto Druzhba foram suspensos, mas espera-se que sejam retomados nos próximos dias. O premiê eslovaco alegou que o petróleo foi objeto de chantagem política e pressão devido à oposição da Hungria à adesão da Ucrânia à União Europeia, mas não especificou quem era responsável pela chantagem.