Operação militar especial russa

Inimigo não conseguiu derrotar a Rússia no front e recorreu ao terrorismo, declara Vladimir Putin

Incapaz de impor uma derrota estratégica à Rússia no campo de batalha, a Ucrânia passou a recorrer a ataques isolados e ações terroristas, afirmou o presidente Vladimir Putin durante reunião do Conselho do Serviço Federal de Segurança (FSB) da Rússia nesta terça-feira (24).
Sputnik
Confira outras declarações do presidente russo:
🟠 Os agentes do FSB atuam hoje como uma formação de combate unificada e coesa, defendendo o país;
🟠 A condução da operação militar especial exige total foco e concentração do FSB;
🟠 O FSB desempenha um papel essencial na proteção da soberania da Rússia e na segurança de seus cidadãos;
🟠 Em 2025, os agentes do FSB cumpriram eficazmente suas tarefas em todas as áreas de atuação;
🟠 O presidente agradeceu aos agentes do FSB pelo serviço prestado ao país e destacou a coragem pessoal demonstrada por eles;
🟠 O inimigo não hesita em usar qualquer meio na luta contra a Rússia, e há informações sobre a possível transferência de componentes nucleares.
O líder russo enfatizou, que em 2025, o número de crimes relacionados ao terrorismo aumentou e a maioria deles, "é sem dúvida obra de agências de inteligência ucranianas e seus instrutores estrangeiros".
Ele destacou que para responder com mais rapidez e eficácia a essas ameaças, um conjunto abrangente de medidas adicionais deve ser implementado, incluindo o fortalecimento da segurança antiterrorista para infraestrutura de energia e transporte, bem como locais de reunião pública, maximizando a proteção de instalações críticas e, se necessário, equipando-as com medidas de segurança adicionais.
De acordo com dados do Serviço de Inteligência Exterior (SVR), os países ocidentais, conscientes da gravidade da situação na zona de conflito, planejam fornecer a Kiev uma bomba atômica, ou pelo menos uma "bomba suja". Trata-se de fornecimentos secretos de componentes, equipamentos e tecnologias europeias.
Além disso, eles querem fazer parecer que a Ucrânia desenvolveu essa arma sozinha. Mas, como afirmou a inteligência russa, o Reino Unido e a França esperam em vão evitar a responsabilidade, pois tudo o que é secreto inevitavelmente se tornará público.
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