Logo na abertura, Trump afirmou que seu governo seguirá trabalhando "cada vez melhor" e destacou a proximidade das celebrações pelos 250 anos da independência norte-americana.
"Esta é a Era de Ouro dos Estados Unidos", disse. "Em menos de cinco meses, nosso país celebrará um marco épico na história americana: o 250º aniversário da nossa gloriosa independência. Neste 4 de julho, comemoraremos dois séculos e meio de liberdade e triunfo, progresso e liberdade na nação mais incrível e excepcional que já existiu sobre a face da Terra", disse.
O presidente também afirmou que os Estados Unidos voltaram a ser respeitados no cenário internacional. "A economia está crescendo como nunca antes, e nossos inimigos estão com medo. Nossas Forças Armadas e a polícia estão fortalecidas, e a América voltou a ser respeitada, talvez como nunca antes", declarou.
Durante o discurso, Trump disse ainda que o país recebeu mais de 80 milhões de barris de petróleo da Venezuela, sinalizando um novo momento na relação entre Washington e Caracas.
"Acabamos de receber do nosso novo amigo e parceiro, a Venezuela, mais de 80 milhões de barris de petróleo", afirmou.
O presidente também comentou a decisão recente da Suprema Corte norte-americana que considerou que a lei utilizada por ele para impor tarifas de importação sobre produtos de diversos países não lhe concedia tal poder, já que a Constituição reserva ao Congresso essa competência.
"Uma decisão muito lamentável", afirmou. "Mas a boa notícia é que quase todos os países e corporações querem manter o acordo que já fizeram".
Trump acrescentou que acredita que as tarifas pagas por países estrangeiros poderão substituir de forma significativa o atual sistema de imposto de renda nos Estados Unidos.
'EUA trabalham para encerrar conflito na Ucrânia'
No fim do discurso, Trump garantiu que está empenhado em encerrar o conflito entre Rússia e Ucrânia. "Estamos trabalhando muito duro [nas negociações]", declarou.
Já em relação ao Irã, o presidente confirmou que as negociações continuam, mas afirmou que Teerã ainda não apresentou o compromisso considerado essencial por Washington.
"Eles querem fechar um acordo, mas ainda não ouvimos aquelas palavras que esperamos [...]. Eu nunca permitirei que o maior patrocinador do terrorismo no mundo tenha uma arma nuclear", afirmou.
Trump reiterou que prefere uma solução diplomática, mas voltou a acusar o país de desenvolver mísseis capazes de atingir a Europa e de trabalhar em armamentos com alcance até o território dos Estados Unidos.