Panorama internacional

Reino Unido cai nas mãos da China após tarifas impostas por Trump, diz mídia

As tarifas impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, estão aproximando as empresas britânicas da China e minando as ambições do líder estadunidense de isolar Pequim do cenário mundial, escreve o jornal The Telegraph.
Sputnik
O jornal salienta que as empresas britânicas reduziram suas conexões com os EUA e agora estão se expandindo para mercados como China, Japão, Austrália e vários países da União Europeia (UE).
Segundo o material, no último trimestre do ano passado, três quartos das empresas britânicas afirmaram que suas vendas nos EUA haviam diminuído ou estagnado.

"Por outro lado, as exportações para outros nove países aumentaram, e o número de fabricantes que relataram aumento nas vendas para a China duplicou ao longo do ano", ressalta a publicação.

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Além disso, é apontado que muitos exportadores reduziram seu foco no mercado norte-americano e fortaleceram os laços com as economias asiáticas, especialmente com Pequim.
As empresas manufatureiras foram as mais afetadas pelas tarifas, o que as levou a buscar novas oportunidades na China.
Nesse contexto, a matéria destaca que a imprevisibilidade da política comercial dos EUA acelerou esse realinhamento.
Portanto, o artigo conclui que as empresas britânicas enxergam a China como um parceiro mais estável e promissor para o crescimento futuro.
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Anteriormente, o jornal The Guardian escreveu que as tarifas de Trump correm o risco de prejudicar as esperanças de cortes significativos nas taxas de juros neste ano.
Segundo a publicação, com o aumento promovido por Trump para uma tarifa global de 15%, a taxa tarifária efetiva voltará a subir para 14,5% nos próximos 150 dias, um pouco acima do nível anterior à decisão da Suprema Corte de revogar as tarifas recíprocas.
Destaca-se que essa política corre o risco de provocar uma recessão e minar as esperanças de uma rápida recuperação da economia norte-americana.
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