Especialistas ouvidos pela mídia asiática afirmam que, embora o impacto político e simbólico seja enorme, o regime não deve colapsar, porque possui instituições e mecanismos de sucessão já estruturados. O maior risco, segundo analistas chineses, está na resposta iraniana, que pode desencadear uma escalada difícil de controlar por parte dos EUA, aprofundando a desconfiança global em relação a Washington.
Ainda de acordo com a mídia, analistas afirmam que a morte do líder iraniano representa um golpe severo à estabilidade do país, mas não necessariamente ao funcionamento do Estado, que possui estruturas preparadas para uma transição, destacando que a sucessão deve ser conduzida pelo presidente Masoud Pezeshkian, pelo chefe do Judiciário e por um jurista do Conselho dos Guardiões.