"A administração Trump planeja se reunir na próxima sexta (6), na Casa Branca, com líderes dos maiores contratantes de defesa dos Estados Unidos para discutir a aceleração da produção de armas, enquanto o Pentágono trabalha para recompor seus estoques após os ataques contra o Irã e outras operações militares recentes", diz a reportagem.
Segundo fontes da agência, empresas como Lockheed Martin e Raytheon, além de outros fornecedores estratégicos do setor, foram convidadas para a reunião. O encontro deverá focar em pressionar os fabricantes a aumentar o ritmo de produção.
Ainda de acordo com a Reuters, o vice-secretário de Defesa dos EUA, Steve Feinberg, vem coordenando nos últimos dias a elaboração de um pedido adicional de orçamento de cerca de US$ 50 bilhões (R$ 105 bilhões). Os recursos seriam destinados à reposição de armamentos utilizados em conflitos recentes, incluindo no Oriente Médio.
Mais cedo, Trump afirmou que as empresas do setor de Defesa dos Estados Unidos já produzem armamentos de forma emergencial por conta do conflito no Oriente Médio. Apesar dos relatos de redução drástica nos estoques, o líder norte-americano afirmou que o país dispõe de quantidade "ilimitada".
"As empresas de defesa estão acelerando rapidamente para produzir as diversas coisas de que precisamos. Elas estão sob ordens de emergência", disse.
Em 28 de fevereiro, Estados Unidos e Israel iniciaram ataques contra alvos em território iraniano, inclusive na capital, Teerã, com relatos de destruição e mortes de civis. O Irã respondeu com ataques contra o território israelense e contra instalações militares dos EUA na região.