"Se algum país se juntar à agressão contra o Irã, certamente também será um alvo legítimo da retaliação iraniana", disse.
De acordo com a autoridade, os europeus e os demais devem ter cuidado para não se envolver no conflito.
"Se for necessário proteger nossa soberania, certamente o faremos", enfatizou.
Em 28 de fevereiro, Estados Unidos e Israel lançaram uma ofensiva conjunta contra o Irã, menos de 48 horas após o encerramento da terceira rodada de negociações indiretas entre Washington e Teerã sobre o programa nuclear iraniano. As conversas haviam ocorrido na cidade suíça de Genebra.
Segundo autoridades norte-americanas e israelenses, a operação tem como objetivo desmantelar um suposto programa nuclear iraniano, considerado por ambos os países uma ameaça iminente, além de enfraquecer as capacidades militares de Teerã. A avaliação é de que a pressão militar também poderia estimular um levante interno contra o regime político do país.
Em resposta, o Irã passou a fazer ataques de retaliação contra alvos em Israel e contra instalações militares dos Estados Unidos em países do Golfo, incluindo Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos e Kuwait.