Panorama internacional

EUA avaliam suspender sanções do petróleo a países para tentar controlar preços da commodity

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (9) que avalia a suspensão de embargos de petróleo contra alguns países em resposta às repercussões no mercado de energia causadas pela escalada das tensões no Oriente Médio.
Sputnik
"Estamos suspendendo certas sanções relacionadas ao petróleo para reduzir os preços. Temos sanções impostas a alguns países, mas estamos suspendendo-as até que essa situação seja resolvida. Depois, quem sabe, talvez não precisemos reimpor essas sanções", enfatizou em uma coletiva de imprensa.
Trump também afirmou que a Marinha dos EUA e seus parceiros poderiam escoltar os petroleiros pelo estreito de Ormuz, se necessário, para garantir uma passagem segura.
Desde o início do conflito, observa-se a elevação do preço do Brent, principal referência do mercado do petróleo internacional. Nesta segunda-feira, os preços do petróleo Brent atingiram US$ 118 (R$ 614,2) pela 1ª vez em quase quatro anos.
Panorama internacional
Petróleo, comércio, turismo e guerra: os efeitos do conflito no Irã para o Brasil e o mundo
O presidente dos EUA prometeu, ainda, ataques mais severos caso o Irã interrompa o fornecimento global de petróleo.
"Também estamos focados em manter o fluxo de energia e petróleo para o mundo, e não permitirei que um regime terrorista mantenha o mundo como refém e tente interromper o abastecimento global de petróleo. Se o Irã fizer algo nesse sentido, será atingido com muito mais força", disse.

Trump ameaça Irã por intervenção no estreito de Ormuz: ataques 20 vezes mais fortes

Após a coletiva, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi às redes sociais reforçar ameaças ao Irã caso o país persa interrompa o fluxo de petróleo no estreito de Ormuz.
O chefe da Casa Branca falou em ataques vinte vezes mais fortes e destruição de alvos fáceis, deixando claro que o Irã será incapaz de se reconstituir enquanto nação caso a promessa da ofensiva se cumpra.
"Este é um presente dos Estados Unidos da América para a China e todas as nações que utilizam intensamente o estreito de Ormuz. Espero que seja um gesto muito apreciado", ponderou.
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