"Estamos suspendendo certas sanções relacionadas ao petróleo para reduzir os preços. Temos sanções impostas a alguns países, mas estamos suspendendo-as até que essa situação seja resolvida. Depois, quem sabe, talvez não precisemos reimpor essas sanções", enfatizou em uma coletiva de imprensa.
Trump também afirmou que a Marinha dos EUA e seus parceiros poderiam escoltar petroleiros pelo estreito de Ormuz, se necessário, para garantir uma passagem segura.
Desde o início do conflito, observa-se a elevação do preço do Brent, principal referência do mercado do petróleo internacional. Nesta segunda-feira, os preços do Brent atingiram US$ 118 (R$ 614,20) pela primeira vez em quase quatro anos.
O presidente dos EUA prometeu ainda ataques mais severos, caso o Irã interrompa o fornecimento global de petróleo.
"Também estamos focados em manter o fluxo de energia e petróleo para o mundo, e não permitirei que um regime terrorista mantenha o mundo como refém e tente interromper o abastecimento global de petróleo. Se o Irã fizer algo nesse sentido, será atingido com muito mais força", disse.
Trump ameaça Irã por intervenção em Ormuz: ataques 20 vezes mais fortes
Após a coletiva, Trump foi às redes para reforçar ameaças ao Irã caso o país persa interrompa o fluxo de petróleo no estreito de Ormuz.
O chefe da Casa Branca falou em ataques vinte vezes mais fortes e destruição de alvos fáceis, prometendo que o Irã será incapaz de se reconstituir enquanto nação caso a promessa da ofensiva se cumpra.
"Este é um presente dos Estados Unidos da América para a China e todas as nações que utilizam intensamente o estreito de Ormuz. Espero que seja um gesto muito apreciado."