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Mídia: G7 discute liberar reservas de petróleo após guerra elevar barril acima de US$ 100
Mídia: G7 discute liberar reservas de petróleo após guerra elevar barril acima de US$ 100
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Guerra entre EUA, Israel e Irã elevou o petróleo acima de US$ 100 e derrubou bolsas globais, levando o G7 a discutir a liberação de reservas emergenciais para... 09.03.2026, Sputnik Brasil
2026-03-09T09:58-0300
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Os ministros das Finanças do G7 (grupo composto por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido) se preparam para discutir a liberação de reservas emergenciais de petróleo após a guerra entre EUA, Israel e Irã elevar o preço do barril acima de US$ 100 (R$ 525,35) pela primeira vez desde 2022. A reunião, coordenada pela Agência Internacional de Energia (AIE), deve avaliar o impacto do conflito e possíveis medidas para estabilizar o mercado.Autoridades norte-americanas consideram adequada uma liberação conjunta entre 300 milhões e 400 milhões de barris, o equivalente a até 35% do estoque total de 1,2 bilhão de barris. A medida busca conter a volatilidade provocada pela guerra e evitar novos choques de oferta.Na Europa, grupos de coordenação de petróleo e gás da União Europeia (UE) também se reunirão para monitorar o impacto do conflito. Os países do bloco são obrigados a manter reservas equivalentes a 90 dias de consumo, e o aumento dos preços já pressiona o mercado de energia. O gás natural subiu 19% no Reino Unido e 16% na Europa continental.De acordo com o The Guardian, a continuidade da violência no Oriente Médio derrubou bolsas na Ásia e na Europa, enquanto o petróleo Brent atingiu seu maior valor em quatro anos. O FTSE 100 caiu 1,9%, o Dax alemão recuou quase 1% e o Stoxx Europe 600 perdeu todos os ganhos acumulados no ano.O conflito já atingiu ao menos cinco instalações de energia em Teerã e levou o Kuwait a reduzir preventivamente sua produção. O estreito de Ormuz, rota crucial por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial, está praticamente fechado há uma semana, agravando o temor de escassez.O Brent chegou a subir 29%, alcançando US$ 119,50 (R$ 627,77), antes de recuar para US$ 106,73 (R$ 560,73) após a notícia da reunião do G7. Enquanto Donald Trump classificou a alta como um "preço pequeno a pagar" pela segurança global, o Irã alertou que o barril pode ultrapassar US$ 200 (R$ 1.050,70) caso os ataques continuem.
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Mídia: G7 discute liberar reservas de petróleo após guerra elevar barril acima de US$ 100
Guerra entre EUA, Israel e Irã elevou o petróleo acima de US$ 100 e derrubou bolsas globais, levando o G7 a discutir a liberação de reservas emergenciais para conter a crise de abastecimento e estabilizar mercados em meio ao risco crescente de novos choques de energia.
Os ministros das Finanças do G7 (grupo composto por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido) se
preparam para discutir a liberação de reservas emergenciais de petróleo após a
guerra entre EUA, Israel e Irã elevar o preço do barril acima de US$ 100 (R$ 525,35) pela primeira vez desde 2022. A reunião, coordenada pela Agência Internacional de Energia (AIE), deve avaliar o impacto do conflito e possíveis medidas para estabilizar o mercado.
Segundo o Financial Times, a teleconferência ocorreria às 08h30 em Nova York (09h30 em Brasília), reunindo autoridades preocupadas com a escalada dos preços e com o risco de desabastecimento global. Três países do G7, incluindo os EUA, já manifestaram apoio à liberação das reservas estratégicas mantidas pelos 32 membros da AIE.
Autoridades norte-americanas
consideram adequada uma liberação conjunta entre 300 milhões e 400 milhões de barris, o equivalente a até 35% do estoque total de 1,2 bilhão de barris. A medida busca
conter a volatilidade provocada pela guerra e evitar novos choques de oferta.
Na Europa, grupos de coordenação de petróleo e gás da União Europeia (UE) também se reunirão para monitorar o impacto do conflito. Os países do bloco são obrigados a manter reservas equivalentes a 90 dias de consumo, e o
aumento dos preços já pressiona o mercado de energia. O
gás natural subiu 19% no Reino Unido e 16% na Europa continental.
De
acordo com o The Guardian, a
continuidade da violência no Oriente Médio derrubou bolsas na Ásia e na Europa, enquanto o petróleo Brent
atingiu seu maior valor em quatro anos. O FTSE 100 caiu 1,9%, o Dax alemão recuou quase 1% e o Stoxx Europe 600 perdeu todos os ganhos acumulados no ano.
O conflito já atingiu ao menos cinco instalações de energia em Teerã e levou o Kuwait a reduzir preventivamente sua produção. O
estreito de Ormuz, rota
crucial por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial, está praticamente fechado há uma semana, agravando o temor de escassez.
O Brent chegou a subir 29%, alcançando US$ 119,50 (R$ 627,77), antes de recuar para US$ 106,73 (R$ 560,73) após a notícia da reunião do G7. Enquanto Donald Trump classificou a alta como um "preço pequeno a pagar" pela segurança global, o Irã alertou que o barril pode ultrapassar US$ 200 (R$ 1.050,70) caso os ataques continuem.
Criado após o embargo árabe de 1973, o sistema de reservas emergenciais da AIE já foi acionado cinco vezes, incluindo duas liberações recentes em resposta ao conflito ucraniano. A nova crise reacende o papel estratégico dessas reservas em momentos de instabilidade global.
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