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Petróleo dispara acima de US$ 100 com conflito no Oriente Médio; EUA descartam escassez global

© AP Photo / Matthew BrownBomba da Whiting Petroleum puxa petróleo bruto da região de Bakken, nas planícies do norte, perto de Bainville. Montana, EUA, 6 de novembro de 2013
Bomba da Whiting Petroleum puxa petróleo bruto da região de Bakken, nas planícies do norte, perto de Bainville. Montana, EUA, 6 de novembro de 2013 - Sputnik Brasil, 1920, 09.03.2026
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Os contratos futuros internacionais de petróleo ultrapassaram a marca de US$ 100 (R$ 526) por barril no fim de semana, em meio à escalada dos conflitos no Oriente Médio. Em Nova York, o barril do West Texas Intermediate para entrega em abril chegou a US$111,24 (R$ 584), uma alta de 22,4% em relação ao fechamento da última sexta-feira (6).
O movimento ocorre em meio a relatos de que Iraque, Kuwait e Emirados Árabes Unidos reduziram a produção por falta de capacidade de armazenamento, enquanto o tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz enfrenta paralisações devido à escalada militar. A rota é estratégica para o escoamento global de petróleo e qualquer interrupção amplia a volatilidade nos mercados internacionais.
Apesar da disparada nos preços, o secretário de Energia dos Estados Unidos, Chris Wright, afirmou que Washington não prevê escassez global de petróleo em decorrência da guerra envolvendo o Irã.
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Segundo ele, o mundo dispõe de amplas reservas e "não há absolutamente nenhuma escassez de energia". Wright também destacou que os EUA estão permitindo que a Índia continue comprando petróleo russo para garantir o funcionamento das refinarias no Sul da Ásia, diante das dificuldades logísticas no Golfo Pérsico.
O secretário afirmou ainda que a retomada regular do tráfego de navios pelo Estreito de Ormuz pode ocorrer em breve, mas reconheceu que a normalização total deve levar algumas semanas. Enquanto isso, os mercados seguem reagindo à incerteza geopolítica, com investidores monitorando possíveis novos desdobramentos militares e impactos sobre a oferta global de energia.
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