"A gente não escolhe o adversário. A gente vai mostrar o que nós fizemos e o que nós temos de projeto para a frente. Vou falar com o eleitor, eu não vou pensar em adversário. Eu acho que é isso que dá certo."
"Ninguém é blindado de crítica de lugar nenhum […]. O que que eu posso fazer se ele aumentou o imposto a cada 30 dias? Não é culpa minha, é culpa dele."
"Vou articular um nome viável, um nome bom e que represente bem o estado de São Paulo […]. Olha o que aconteceu com relação aos benefícios tributários para algumas regiões do Brasil, em detrimento de São Paulo, em detrimento da indústria paulista. Então, às vezes isso é falta de defesa", disse, pontuando que os próximos senadores devem trabalhar nessa questão.
PCC e EUA
"A partir do momento em que um governo como o dos Estados Unidos encara o PCC como organização terrorista, e é de fato que eles são, fica mais fácil, fica aberto o caminho da cooperação para que a gente possa integrar a inteligência, para que a gente possa trazer recurso financeiro e para que a gente possa fazer um combate ainda mais efetivo."
'Deboche com a população'
"Queria que ele perguntasse ou falasse para as pessoas que ficam às vezes uma semana sem energia se a política ajuda", respondeu o governador.
"Para quem diz que isso é anormal, basta ler as cartas do padre José de Anchieta, onde ele narra as árvores que são arrancadas pelas raízes, para ver que isso acontece há bastante tempo. Então a empresa não se preparou. A empresa diz: 'Ah, o problema é a arborização de São Paulo'. O que que eles querem? Que a gente transforme a cidade num campo de bonsai? Não, isso também não vai acontecer."