De acordo com a Bloomberg, a ofensiva tem consumido rapidamente os estoques globais de mísseis antiaéreos Patriot, considerados essenciais para a proteção do espaço aéreo ucraniano. Até o momento, mais de mil interceptores do modelo PAC-3 teriam sido disparados durante a operação no Oriente Médio.
Em 28 de fevereiro, forças norte-americanas e israelenses lançaram ataques contra diversos alvos no Irã, incluindo na capital Teerã, provocando danos e vítimas civis. Em resposta, o governo iraniano realizou ataques contra território israelense e contra instalações militares dos Estados Unidos na região.
Inicialmente, Washington e Tel Aviv afirmaram que a ofensiva tinha caráter preventivo e buscava neutralizar o que classificaram como ameaça representada pelo programa nuclear iraniano. Posteriormente, autoridades também passaram a indicar que a mudança de poder em Teerã era um dos objetivos da operação.
O líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, morreu no primeiro dia da ofensiva militar. Após o episódio, a República Islâmica decretou 40 dias de luto nacional.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, classificou a morte de Khamenei como uma violação do direito internacional. O Ministério das Relações Exteriores russo também condenou a ação militar conduzida por Estados Unidos e Israel e pediu a redução imediata das tensões e o fim das hostilidades.