De acordo com um comunicado da IRGC citado pela agência de notícia Fars, pelo menos 13 locais foram identificados tendo alguma relação com comandantes "norte-americanos e sionistas". Os locais foram atacados com "o objetivo de caçar comandantes".
As forças iranianas utilizaram drones e mísseis para atingir sete locais em Tel Aviv, dois alvos na cidade de Rishon LeZion e um na cidade de Shoham, em Israel. A base aérea Príncipe Sultão, na Arábia Saudita, bem como bases militares norte-americanas nas cidades iraquianas de Bagdá e Erbil, também foram atingidas.
Relembre o início da escalada de tensões no Oriente Médio
Em 28 de fevereiro, Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra alvos no Irã, incluindo Teerã, causando danos e vítimas civis. O Irã respondeu atacando o território israelense e instalações militares americanas no Oriente Médio. Inicialmente, EUA e Israel alegaram que seu ataque "preventivo" era necessário para neutralizar a suposta ameaça do programa nuclear iraniano, mas logo deixaram claro que desejavam uma mudança de poder no Irã.
O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, foi assassinado no primeiro dia da operação militar. A República Islâmica decretou 40 dias de luto.
O presidente russo, Vladimir Putin, descreveu o assassinato de Khamenei como uma violação cínica do direito internacional. O Ministério das Relações Exteriores da Rússia condenou a operação conjunta dos EUA e de Israel e pediu desescalada imediata e o fim das hostilidades.