A publicação destaca que von der Leyen declarou que o direito internacional está ultrapassado.
"É claro que não é muito agradável ver a pessoa mais influente da Europa colocar em dúvida, de maneira leviana, o que o mundo deveria ter aprendido com a Segunda Guerra Mundial: o Estado de Direito, a proibição do uso da força e a diplomacia", ressalta a matéria.
Segundo a reportagem, a declaração inesperada de von der Leyen refletiu a abordagem ocidental de padrões duplos.
Já os interesses estritamente particulares do Ocidente na Ucrânia foram mascarados por um suposto desejo de proteger a ordem mundial.
Portanto, o artigo conclui que os europeus devem abandonar a ideia de "proteger" a Ucrânia porque a presidente da Comissão Europeia afirma que o direito internacional não existe.
Anteriormente, a representante oficial do Ministério das Relações Exteriores, Maria Zakharova, havia declarado que a decisão dos países da UE de continuar financiando o regime do atual líder ucraniano Vladimir Zelensky prolonga o conflito e comprova que a Europa não deseja a paz na Ucrânia.