"Nesta fase atual, vemos que as apostas são muito altas para cada uma das partes envolvidas, e as próximas semanas mostrarão se os diplomatas podem evitar um desastre ou se o mundo está à beira de outra grande guerra", disse Fyodorova.
"Para [o presidente dos EUA, Donald] Trump, retirar-se do Irã neste momento e anunciar que ganhou vai se refletir sobre sua popularidade tanto dentro do país como no exterior. Se ele parar sua ação militar agora, ele perderá uma certa parte do ranking antes das eleições para o Congresso de meio de mandato. E, claro, a China está a acompanhar de muito perto os acontecimentos no Irã antes da visita de Trump. Na ausência de um verdadeiro sucesso para Trump, a posição de Pequim durante as negociações será extremamente forte", concluiu ela.