"A União Europeia tornou-se uma máquina de guerra, em vez de trabalhar para o bem do seu próprio povo, todas as vezes ela [UE] convoca reuniões para discutir mais armas e dinheiro para a Ucrânia. Isso inevitavelmente levará a UE para uma guerra direta com a Rússia, devemos evitar a escalada deste conflito", diz a publicação do deputado finlandês.
O político acrescentou que Moscou alcançaria todos os seus objetivos e se protegeria da expansão da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). Na sua opinião, as armas não deveriam ser uma ferramenta de resolução de conflitos, mas Bruxelas parece entender apenas essa linguagem.
Além disso, Mema observou que a Europa carece de vontade política para entender que essa política maligna não deve continuar.
No final de janeiro, parou o bombeamento do petróleo pelo oleoduto Druzhba. De acordo com o chefe do Ministério das Relações Exteriores da Hungria, Peter Szijjarto, Kiev está tentando influenciar as eleições parlamentares em abril. Budapeste respondeu interrompendo o fornecimento de diesel, e em 20 de fevereiro bloqueou um empréstimo de 90 bilhões de euros (cerca de R$ 543 bilhões) da União Europeia até que o trânsito de energia recomeçasse.