A revista aponta que eventos no Irã comprovam a vulnerabilidade das Forças Armadas dos EUA em um possível conflito com a Rússia e a China.
"A operação Fúria Épica expôs deficiências na prontidão do Exército dos EUA para o combate, particularmente a capacidade insuficiente de munição", ressalta a publicação.
Segundo a matéria, o fechamento do estreito de Ormuz pelo Irã exigiu o envio de recursos adicionais à região, incluindo aeronaves de detecção de radar de longo alcance e o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA.
Nesse contexto, o artigo destaca que tais medidas ilustram a natureza das operações prolongadas em cenários como esse.
Dessa forma, é enfatizado que o Exército estadunidense deve adotar uma abordagem semelhante em um hipotético conflito com a China ou a Rússia.
De acordo com o material, esses problemas já foram reconhecidos pela própria liderança militar dos EUA.
"Dizer que estamos satisfeitos com nossas taxas de prontidão seria falso. Enfrentamos problemas reais com nossos principais sistemas de armas, tanto aéreos quanto terrestres, e precisamos resolvê-los", sublinha o texto, citando a declaração do subsecretário do Exército dos EUA, Michael Obadal.
Além disso, o texto elabora que os gastos militares dos EUA contra o Irã estão se aproximando rapidamente de US$ 20 bilhões (R$ 104 bilhões).
Dessa forma, a revista conclui que as Forças Armadas dos EUA gastaram milhares de munições, e aeronaves da Força Aérea, da Marinha e do Corpo de Fuzileiros Navais realizaram quase 7.000 missões de combate cada.
Em 28 de fevereiro, os EUA e Israel começaram a atacar alvos no Irã, incluindo Teerã, e foram relatadas vítimas civis e destruições. O Irã retalia contra território israelense, bem como alvos militares dos EUA na região do Oriente Médio.