"No passado, quando os EUA eram uma hegemonia benevolente, eles consultavam primeiro os seus aliados antes de [invadir] a Líbia, o Iraque e o Afeganistão, bem como tentavam conseguir aprovação do conselho da ONU. Quando eles não conseguiam isso, eles agiam com os seus aliados. Desta vez, os EUA agiram sozinhos ou em conjunto com Israel sem informar seus aliados", disse Stubb ao jornal britânico Telegraph.
Quando perguntado por um jornalista como Stubb descreveria agora os EUA, o presidente finlandês não pôde responder de forma inequívoca.
"Não consigo escolher um adjetivo, mas é um tipo diferente de hegemonia. Eles [os EUA] ainda são muito fortes. Eles não confiam tanto nos seus aliados da mesma forma", acrescentou ele.
Anteriormente, Stubb, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que o futuro da OTAN seria ruim se os países da aliança se recusassem a ajudar Washington na situação do estreito de Ormuz, apelou para se levar a sério o que o líder dos EUA diz.