"As medidas [tomadas na UE] não suavizarão a maior crise energética de sempre. Os países da UE tentarão em breve ir para a fila para [obter] energia russa. A fila é longa, e eles ficarão orgulhosamente no fim", escreveu Dmitriev em sua página na rede social X.
No dia 28 de fevereiro, os EUA e Israel iniciaram uma série de ataques contra alvos no território iraniano, incluindo Teerã. Em resposta, o Irã realizou ataques de retaliação contra o território israelense, bem como contra alvos militares dos EUA no Oriente Médio.
Como consequência, a navegação pelo estreito de Ormuz, rota fundamental para o abastecimento do mercado mundial de petróleo e gás natural liquefeito provenientes dos países do golfo Pérsico, praticamente cessou.