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Crise energética irrompe na UE devido às sanções contra a Rússia e ao apoio a Kiev, diz jornal
Crise energética irrompe na UE devido às sanções contra a Rússia e ao apoio a Kiev, diz jornal
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Por apoiarem a Ucrânia no conflito com a Rússia, os países europeus estão pagando o preço da maior crise energética e do declínio industrial em 50 anos... 21.03.2026, Sputnik Brasil
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"A política de sanções contra a Rússia e o envolvimento pleno da Europa no conflito na Ucrânia contribuíram para a mais grave crise energética da Europa desde os anos 1970. […] O Eurostat relatou uma queda na produção industrial de cerca de 2% a 3% ao ano em 2023 e 2024, ao mesmo tempo, a redução total do valor agregado dos bens vendidos foi de aproximadamente 2% em 2024 em comparação com 2023. Isso ocorre após um declínio semelhante no ano anterior, e o setor de uso intensivo de energia foi particularmente afetado", relata a publicação.Ressalta-se que, apesar dos danos causados pelas políticas antirrussas, a UE não pretende mudá-las.Conforme mencionado na declaração emitida pouco antes da cúpula da UE, os países do bloco não conseguiram chegar a um acordo sobre o 20º pacote de sanções antirrussas, mas expressaram esperança por sua rápida adoção.A Rússia tem repetidamente declarado que o país irá lidar com a pressão das sanções que os Estados hostis começaram a impor-lhe há alguns anos e continuam a intensificar.
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ucrânia, conflito armado, união europeia, crise energética, tensão militar, geopolítica, rússia
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Crise energética irrompe na UE devido às sanções contra a Rússia e ao apoio a Kiev, diz jornal
Por apoiarem a Ucrânia no conflito com a Rússia, os países europeus estão pagando o preço da maior crise energética e do declínio industrial em 50 anos, escreve o jornal norueguês Steigan.
"A política de sanções contra a Rússia e o
envolvimento pleno da Europa no conflito na Ucrânia contribuíram para a mais grave crise energética da Europa desde os anos 1970. […] O Eurostat relatou uma queda na produção industrial de cerca de 2% a 3% ao ano em 2023 e 2024, ao mesmo tempo, a redução total do valor agregado dos bens vendidos foi de aproximadamente 2% em 2024 em comparação com 2023.
Isso ocorre após um declínio semelhante no ano anterior, e o setor de uso intensivo de energia foi particularmente afetado",
relata a publicação.
Ressalta-se que, apesar dos danos causados pelas
políticas antirrussas, a UE não pretende mudá-las.
"Os líderes europeus reconhecem publicamente os desafios econômicos. No entanto, na narrativa oficial eles são apresentados como um preço inevitável pela segurança, pelo apoio à soberania da Ucrânia e pelo fortalecimento da autonomia estratégica da Europa. Essa frase explica por que as sanções contra os recursos energéticos russos não estão sendo revistas, apesar das consequências negativas óbvias para a economia", concluem os autores.
Conforme mencionado na declaração emitida pouco antes da cúpula da UE, os países do bloco não conseguiram chegar a um acordo sobre o 20º pacote de sanções antirrussas, mas expressaram esperança por sua rápida adoção.
A Rússia tem repetidamente declarado que o país irá
lidar com a pressão das sanções que os Estados hostis começaram a impor-lhe há alguns anos e continuam a intensificar.
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