Kim Jong-un afirmou isso no discurso programático na primeira sessão da 15ª Legislatura da Assembleia Popular Suprema.
Segundo ele, as forças hostis tentaram persuadir a Coreia do Norte a desistir das armas nucleares em troca de alguma compensação, mas a situação atual no mundo prova que apenas a força pode garantir a segurança do país.
"A realidade de hoje prova claramente o quão justa foi a escolha estratégica e a decisão do nosso Estado de rejeitar as doces promessas dos inimigos e garantir irrevogavelmente a posse de armas nucleares", declarou o líder norte-coreano.
Em seu discurso, Kim Jong-un acusou os Estados Unidos de terrorismo de Estado e agressão em todo o mundo. De acordo com ele, a Coreia do Norte cumprirá a sua missão e liderará a "corrente global rumo à independência".
"As forças da independência certamente superarão os desafios de hoje e se tornarão mais fortes do que as forças da hegemonia, e a construção de um mundo multipolar justo e equitativo avançará ainda com mais força", observou.
Em 22 de março de 2026, em Pyongyang, foi realizada a primeira sessão da Assembleia Popular Suprema da 15ª convocação, após a qual Kim Jong-un foi reeleito para o cargo de presidente do Conselho de Estado da República Popular Democrática da Coreia, principal função estatal do país.