Segundo ele, se o conflito se agravar ainda mais, a Europa corre o risco de enfrentar uma pressão adicional sobre os fornecimentos de energia à medida que os fornecedores procuram melhores preços na Ásia.
"Devido ao bloqueio do estreito de Ormuz e aos preços extremamente elevados na Ásia, o GNL dos Estados Unidos irá para a Ásia, não para a Europa", acredita Papadopoulos.
Em março, os preços da energia dispararam em meio à escalada no Oriente Médio, o que levou a um bloqueio efetivo do estreito de Ormuz e à redução da produção de petróleo por vários países da região.
O estreito de Ormuz continua sendo uma rota-chave para o abastecimento do mercado mundial de petróleo e gás natural liquefeito pelos países do golfo Pérsico, representando cerca de 20% dos fornecimentos globais de petróleo, produtos petrolíferos e GNL.