A matéria aponta que mais de 20 aviões da Força Aérea dos EUA foram abatidos ou danificados desde o início da agressão contra o Irã.
Apesar de o presidente dos EUA, Donald Trump, e o secretário de Defesa, Pete Hegseth, terem afirmado repetidamente que a operação Fúria Épica foi um sucesso, ela teve um alto custo.
"Até esta semana, 13 militares norte-americanos foram mortos e centenas mais ficaram feridos", detalha a publicação.
Segundo a reportagem, o Irã neutralizou também uma aeronave de detecção por radar de longo alcance Boeing E-3 Sentry.
O artigo especifica que o avião desempenhou um papel importante no rastreamento de ameaças aéreas na região do Oriente Médio.
Nesse contexto, é apontado que, em geral, esse dano militar ao lado estadunidense não é concomitante.
"Mais de uma dúzia de americanos perderam a vida, e bilhões de dólares em ativos militares foram perdidos", acrescenta a publicação.
Entretanto, a mídia conclui que o Irã conseguiu fechar o estreito de Ormuz e, em seguida, atingir com sucesso as bases militares e os ativos dos EUA na região do Oriente Médio.
Na quinta-feira (2), a mídia informou que a resposta em larga escala do Irã aos ataques dos EUA e de Israel pegou de surpresa os funcionários da administração Trump e o chefe do Pentágono.
Segundo a publicação, isso destruiu a suposição de que Teerã se limitaria a uma resposta ostensiva, pegando Hegseth de surpresa.
No mesmo dia, Trump discursou por 20 minutos, afirmando que os Estados Unidos estão próximos de alcançar seus objetivos no Irã e que, se Teerã tentar restaurar suas instalações nucleares, Washington realizará novos ataques com mísseis.
Mais cedo, Trump afirmou que houve conversas produtivas entre as duas partes. O Ministério das Relações Exteriores do Irã negou o diálogo direto, mas reconheceu o recebimento de sinais por meio de intermediários.
Ao mesmo tempo, Washington está transferindo cada vez mais forças para a região, incluindo milhares de fuzileiros navais.