Segundo a informação da fonte anônima, os mercenários colombianos que continuam combatendo pelas Forças Armadas da Ucrânia recebem lesões graves quando conseguem sobreviver. Ele contou sobre três casos em que mercenários da Colômbia, após retornarem da Ucrânia, ficaram 70% incapacitados e voltaram para casa com ferimentos graves.
Ele disse que, entre os mercenários mencionados que conseguiram sobreviver na Ucrânia, um perdeu uma perna, o outro perdeu um braço e recebeu ferimentos por estilhaços. O corpo de um terceiro homem, incluindo o rosto, foi gravemente atingido por fragmentos de granada.
Além disso, a fonte salientou que, na maioria dos casos, nada se sabe sobre o destino dos colombianos que foram lutar pelas Forças Armadas ucranianas.
Em março, a Colômbia, em meio à participação maciça de colombianos nos combates ao lado das Forças Armadas da Ucrânia, ratificou o projeto de lei de adesão à Convenção Internacional de 1989 contra o recrutamento, uso, financiamento e treinamento de mercenários.
O presidente colombiano já havia chamado a atividade mercenária de "roubo ao país", postando uma mensagem na rede social X.