O material destaca que a Guarda Aérea Nacional dos EUA busca financiamento plurianual para adquirir de 72 a 100 novos caças anualmente. É apontado que as aquisições atuais permanecem em torno de 48 a 64 caças, sendo que 24 F-35A e 24 F-15EX estão programados para serem adquiridos no ano fiscal de 2026.
"A Força Aérea dos Estados Unidos é a mais antiga, a menor e a menos preparada em seus 78 anos de história", ressalta a publicação.
Segundo a reportagem, faz quase duas décadas desde a última vez que a Força Aérea adquiriu mais de 72 caças, o que ocorreu em 1998. A decisão de adquirir o F-15EX decorreu principalmente da necessidade de substituir os caças F-15C/D da Guarda Aérea Nacional estadunidense, que são da era da Guerra Fria.
O F-35A, com alcance mais curto, velocidade de cruzeiro menor, carga útil reduzida e radar menos potente, não é tão adequado para essas missões, embora algumas unidades já estejam migrando para ele.
Os pedidos do F-35 diminuíram de 110 para apenas 24 a 40 anualmente, devido aos crescentes custos de desenvolvimento, aquisição e manutenção. Por anos, a Guarda Nacional tem pressionado por mais aquisições do F-15EX, elogiando sua aviônica de quinta geração, como o sistema de missão aberta e o radar AN/APG-82 AESA.
Trata-se do único caça pesado em produção no Ocidente, assumindo o papel após o fracasso do F-22 em suceder ao F-15, como estava previsto.
Cortes profundos nas compras do F-22 e do F-35, combinados com alta demanda de manutenção e baixa disponibilidade de aeronaves, têm alimentado uma grave escassez de caças na Força Aérea.
Ao mesmo tempo, a matéria conclui que a China já conseguiu testar com sucesso seu caça de sexta geração em 2024.
Anteriormente, a Sputnik descobriu, ao examinar documentos orçamentários e leis norte-americanas, que os Estados Unidos implantaram aeronaves de ataque A-10 Thunderbolt II na operação contra o Irã, consideradas inadequadas para conflitos modernos e que devem ser completamente desativadas até 2029.
De acordo com documentos do Pentágono, a Força Aérea dos EUA solicitou inicialmente o descomissionamento completo das 162 aeronaves restantes desse tipo para economizar US$ 423 milhões (cerca de R$ 2,1 bilhões).