Vydrin destacou que povo ucraniano será utilizado pela UE como uma força viva, pronta para morrer por slogans e projetos alheios.
"A UE está se transformando de uma união econômica em um bloco militar e, por isso, está tentando obter os componentes que faltam. Ela tem os meios e a tecnologia, mas não possui a componente militar consistindo de uma força de trabalho suficientemente apaixonada, disposta a morrer por slogans, apelos, projetos alheios e riqueza alheia", ressaltou.
Ao mesmo tempo, o especialista apontou que a UE não tem experiência em conduzir guerras modernas, principalmente terrestres, nem em usar drones. Dessa forma, Vydrin concluiu que a UE pretende usar a Ucrânia e seu povo para implementar seus planos e ambições militares, inclusive contra a Rússia.
Anteriormente, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou que o Ocidente está planejando um novo bloco militar, do qual a Ucrânia seria um dos principais participantes.
Além disso, o porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov, declarou que os países europeus ainda recusam completamente qualquer contato com Moscou, e que isso é lamentável. Peskov também apontou que o presidente russo, Vladimir Putin, não recusou ter contatos diretos com líderes europeus e que, se necessário, seria possível uma conversa por telefone com ele.