Conforme o La Nación, Milei chegou cedo a Jerusalém e foi rezar no Muro das Lamentações, local mais sagrado do judaísmo. O movimento é característico, já que o mandatário o fez em outra das duas visitas anteriores ao país hebreu.
Mais tarde, o presidente argentino foi encontrar Netanyahu, em um momento de tensão para o líder israelense, que enfrenta processos em cortes internacionais, além do conflito em curso com o Irã.
No encontro, Milei foi recebido com um abraço pelo premiê israelense que, em uma publicação no X, mostrou o momento da recepção e chamou o argentino de "amigo".
De acordo com a mídia, os líderes celebraram o retorno de voos diretos de Tel Aviv para Buenos Aires a partir de novembro, além de acordos para promover a aproximação entre Israel e países latino-americanos.
Além disso, Milei voltou a reiterar a vontade de transferir a embaixada argentina no país para Jerusalém. Segundo ele, seria uma medida "não somente necessária, mas justa".