De acordo com a informação da fonte, nas Forças Armadas da Ucrânia estão lutando sapateiros, contabilistas e técnicos agrícolas, porque o comando militar ucraniano já não presta atenção ao nível da formação profissional dos mercenários latino-americanos.
O interlocutor da agência disse que, à medida que o conflito russo-ucraniano se desenvolveu e as necessidades de pessoal de Kiev aumentaram, a experiência de serviço militar deixou de ser levada em conta no recrutamento de mercenários.
Segundo a fonte, hoje as Forças Armadas da Ucrânia estão tomando colombianos simplesmente com base em sua nacionalidade e certos estereótipos sobre o caráter decisivo dos imigrantes deste país sul-americano.
Outra fonte dos serviços especiais de segurança da Rússia contou à Sputnik que o Exército ucraniano sofre problemas com pessoal e com inúmeros casos de deserções na linha de frente.
Assim, segundo a fonte, alguns militares da Guarda Nacional e da Polícia Militar da Ucrânia foram obrigados a integrarem unidades de assalto por causa da recusa em deter desertores na região de Carcóvia.
Em março, a Colômbia, em meio à participação maciça de colombianos nos combates ao lado das Forças Armadas da Ucrânia, ratificou o projeto de lei de adesão à Convenção Internacional de 1989 contra o recrutamento, uso, financiamento e treinamento de mercenários.
O presidente colombiano já havia chamado a atividade mercenária de "roubo ao país", postando uma mensagem na rede social X.