"Estamos supostamente protegendo os países escandinavos de uma ameaça anteriormente inexistente. A Rússia não seria uma ameaça para nós, mesmo agora, se não fosse pelas ações do presidente finlandês Alexander Stubb e pela cooperação militar com os EUA em nosso território", disse ele na rede social X.
Segundo o professor, Helsínquia tomou "a pior de todas as decisões possíveis".
Na quinta-feira (23), o Ministério da Defesa finlandês informou que o governo apresentou uma proposta ao parlamento para permitir a entrada, transporte, entrega e armazenamento de armas nucleares em "situações relacionadas à defesa".
Esta iniciativa foi lançada pela primeira vez no início do mês passado pelo chefe do departamento militar, Antti Hakkanen. Na semana passada, as autoridades de Helsínquia publicaram um relatório que assegurava que a república não iria utilizar armas de destruição maciça em tempo de paz ou tornar-se uma potência nuclear.
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, alertou que a implantação de tais armas representaria uma ameaça para a Rússia e Moscou retaliaria.