"Precisamos muito de combustível agora para que a economia do país funcione. Não apenas para a geração de energia, mas também para hospitais, para abastecer ambulâncias, para que as escolas funcionem, para que as universidades funcionem, para que nossos centros de pesquisa operem", disse Castro Smirnov, membro titular da Academia Cubana de Ciências e professor da Universidade de Havana.
Ele também observou que sua visita à capital russa visa fortalecer os laços científicos. "Em Cuba, continuaremos a resistir, continuaremos a lutar e temos certeza de que alcançaremos a vitória mais cedo ou mais tarde", enfatizou.
Smirnov também falou sobre o bloqueio energético imposto pelos EUA à ilha. Segundo ele, Washington quer destruir o povo cubano e descreveu a situação em Cuba como "muito grave", dado a intensificação das ações pelo governo Trump em "estrangular" o povo cubano.
"A isso se somam as ameaças de agressão, a ameaça de que querem nos destruir como povo. E as bombas podem matar muitos cubanos, podem matar a nós, revolucionários, mas não matarão os ideais de Fidel, que é o que eles realmente temem", afirmou em entrevista à Sputnik.
Ele se opôs, ainda, à inclusão de Cuba na lista de supostos países patrocinadores do terrorismo pelo "governo mais terrorista e assassino", "quando o que Cuba patrocina são os nossos sonhos de justiça para Cuba e para o mundo".