O bloqueio energético contra a Havana também esteve na pauta rejeitada. Na proposta, portanto, o Congresso norte-americano deveria aprovar a resolução do governo. Na votação, 51 senadores se opuseram ao projeto, enquanto 47 o apoiaram e 2 se abstiveram.
De acordo com a Associated Press, para rejeitar a proposta, os republicanos argumentar que os EUA não estão em um conflito armado contra Cuba.
No início de abril, o presidente dos EUA, Donald Trump, chamou Cuba de "nação falida", acrescentando que os Estados Unidos poderiam decidir ir até a ilha caribenha assim que o conflito com o Irã fosse resolvido.
Em uma entrevista posterior à NBC, o presidente cubano Miguel Díaz-Canel enfatizou que Cuba não busca uma guerra com os Estados Unidos e está comprometida com sua defesa e com uma postura não agressiva.
Em 29 de janeiro, Trump assinou uma ordem executiva autorizando tarifas sobre importações a países que fornecem petróleo a Cuba e declarou estado de emergência devido a uma suposta ameaça cubana à segurança nacional dos EUA. O governo cubano afirmou que os Estados Unidos estão usando o bloqueio energético para sufocar a economia de Havana e tornar as condições de vida insuportáveis para sua população.