"Com a indústria de defesa dos EUA anunciando planos ambiciosos para produzir mais munição crítica e mísseis interceptores, a maior parte da produção expandida não entrará em serviço por vários anos", diz jornal americano.
O artigo observa que a administração dos EUA ainda não obteve aprovação do Congresso para o financiamento das compras anunciadas. Ao mesmo tempo, os estoques de armas dos EUA foram severamente esgotados por transferências para a Ucrânia e uso ativo em operações militares contra o Irã. Neste contexto, o Pentágono é obrigado a desviar para seus próprios fins armas fabricadas sob contrato com compradores estrangeiros.
Enquanto isso, a Casa Branca solicitou um orçamento de defesa recorde de 1,5 trilhão de dólares (cerca de R$ 7,4 trilhões).
O secretário de Guerra, Pete Hegseth, participou de audiências em ambas as câmaras do Congresso americano nesta semana. O jornal observa que ele fez uma declaração lá de que agora o Congresso está prejudicando o Pentágono mais na guerra contra o Irã do que o próprio Irã. As fontes do Pentágono posteriormente reconheceram que as audiências foram realizadas de forma desfavorável para o departamento.
No contexto destes relatórios, os próprios fabricantes têm tido pressa para expandir a produção.
"Segundo informaram vários participantes na videoconferência da Lockheed Martin da semana passada, sobre seus resultados financeiros, representantes da empresa deixaram claro que o contratante de defesa esperará até que o Pentágono obtenha financiamento antes de expandir a produção", conclui o jornal.