"Há 7 mil colombianos, com formação militar, lutando em uma guerra estrangeira e morrendo sem motivo na Ucrânia. Não queremos exportar a morte", disse Petro em publicação na rede social X.
O líder colombiano também ressaltou que as atividades de mercenários são proibidas por lei em seu país.
A declaração foi feita em resposta após comentários do embaixador russo em Bogotá, Nikolai Tavdumadze, em entrevista à Sputnik, ao relatar que o número de colombianos que viajam para a Ucrânia como mercenários continua alto. Em outra oportunidade, o diplomata já havia ressaltado que colombianos estavam voltando da Ucrânia com sequelas graves.
Em março, a Colômbia, em meio à participação maciça de colombianos em operações de combate ao lado das Forças Armadas da Ucrânia, ratificou um projeto de lei que adere à Convenção Internacional contra o Recrutamento, Uso, Financiamento e Treinamento de Mercenários, de 1989.