Segundo a defesa dos ativistas, a prisão foi estendida sem provas. "O tribunal de Beersheba rejeitou nosso recurso e aceitou todos os argumentos apresentados pelo Estado [de Israel] e pela polícia, mantendo a decisão anterior", disse a advogada, Hadeel Abu Salih, à imprensa.
Os dois ativistas foram capturados por Israel em águas internacionais enquanto se dirigiam à Faixa de Gaza com ajuda humanitária.
Nesta terça-feira (6), uma comitiva composta pelas deputadas Sâmia Bonfim (PSOL-SP), Luizianne Lins (REDE-CE), Fernanda Melchionna (PSOL-RS) e Erika Kokay (PT-DF) estiveram no Itamaraty para cobrar respostas do governo brasileiro pela prisão de Thiago Ávila.
Ontem (5), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi às redes sociais e publicou um texto afirmando que a manutenção da prisão de Ávila pelo governo de Israel é uma ação "injustificável" e pediu a imediata libertação dele.
"É uma ação injustificável do governo de Israel, causa grande preocupação e deve ser condenada por todos."