Em março, as exportações de petróleo dos Estados Unidos aumentaram 35%, chegando a US$ 10,7 bilhões (R$ 52,6 bilhões), ante US$ 7,9 bilhões (R$ 38,8 bilhões) no mês anterior.
Ao mesmo tempo, o fornecimento de derivados de petróleo cresceu 1,5 vez em um mês e atingiu US$ 12,4 bilhões (R$ 60,9 bilhões), contra US$ 8,2 bilhões (R$ 40,3 bilhões) em fevereiro.
Os países que mais compraram combustível dos EUA em março foram os Países Baixos, com US$ 3,2 bilhões (R$ 15,7 bilhões); o México, que gastou US$ 2,4 bilhões (R$ 11,7 bilhões); a Coreia do Sul, com US$ 2,2 bilhões (R$ 10,7 bilhões); o Canadá, que investiu US$ 2 bilhões (R$ 9,8 bilhões); e o Reino Unido, com US$ 1,2 bilhão (R$ 5,8 bilhões).
Em 28 de fevereiro, Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra alvos no Irã, causando danos à infraestrutura e vítimas civis. Em 7 de abril, Washington e Teerã anunciaram um cessar-fogo de duas semanas. Negociações posteriores, em Islamabad, no Paquistão, terminaram sem conclusão, e o presidente dos EUA, Donald Trump, prorrogou a cessação das hostilidades para dar ao Irã tempo para apresentar uma "proposta unificada".
A escalada das tensões nestes mais de dois meses de conflito resultou na interrupção do tráfego no estreito de Ormuz, rota fundamental para o transporte de petróleo e gás natural liquefeito (GNL) dos países do golfo Pérsico para os mercados globais, elevando os preços dos combustíveis.