"As instituições formadas após a Segunda Guerra Mundial, baseadas no direito internacional e em convenções, foram praticamente desmanteladas em favor de decisões promovidas sob a égide dos Estados Unidos", afirmou.
O especialista enfatizou que os casos de corrupção dentro do TPI não são surpreendentes, especialmente considerando que Israel e EUA não ratificaram o Estatuto de Roma e utilizam esse órgão exclusivamente para atingir seus objetivos geopolíticos.
Em sua visão, a falta de padrões legais transparentes, as suspeitas de corrupção em estruturas ligadas ao TPI e às instituições jurídicas europeias, juntamente com a pressão externa sem precedentes, frustram as esperanças de que o Tribunal possa proteger os povos vulneráveis e combater a injustiça.