"E se assassinar Assad?", esta foi a sugestão de um dos participantes da reunião, segundo a revista. Tal questão foi endereçada a Philip Gordon, ex-coordenador da Casa Branca pelos assuntos do Oriente Médio.
"Não é legal e, além disso, nada mudaria, pois a Rússia continuaria interessada na Síria e o Irã manteria seus interesses na Síria", respondeu Gordon.
De acordo com a Foreign Policy, nenhum dos funcionários do governo norte-americano pode participar da prática de assassinato político, tampouco de seu planejamento, segundo o decreto de 1976.
É pouco provável que o próximo presidente dos EUA seja a favor do assassinato de Assad. Mesmo assim, Washington mostra-se cada vez mais agressiva na busca de resoluções para regular a crise de quase seis anos, concluiu o autor da matéria.


