“Não houve pedido de Moscou para a expansão das bases militares na Síria. No entanto, a porta sobre esta questão está aberta em Damasco”, disse o ministro.
Zoubi destacou que a república árabe emitiria um pedido de ajuda em operações terrestres contra o grupo jihadista Estado Islâmico em caso de necessidade. No dia 30 de setembro, caças russos Sukhoi Su-25, Su-24M e Su-34, com o apoio de jatos Su-30, iniciaram ataques aéreos de precisão contra alvos extremistas na Síria, após uma solicitação do presidente sírio, Bashar Assad.
O comandante das Forças Aeroespaciais da Rússia, coronel-general Viktor Bondarev, disse na quarta-feira (7) que os aviões russos implantados na Síria fizeram mais de 110 ataques aéreos contra posições do Estado Islâmico sem danificar infraestruturas civis.
Também na quarta-feira, o embaixador da Síria para a Rússia, Riad Haddad, disse que cerca de 40% das infraestruturas jihadistas no país árabe foram destruídas desde o início das operações militares russas. As missões aéreas são coordenadas do Centro de Informações de Bagdá, criada e mantida por Rússia, Irã, Síria e Iraque.