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Entidades dos EUA fizeram esforços para interferir nas eleições da Hungria de 2022, diz chanceler
Entidades dos EUA fizeram esforços para interferir nas eleições da Hungria de 2022, diz chanceler
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Entidades norte-americanas fizeram sérios esforços para interferir nas eleições parlamentares húngaras de 2022, gastando milhões de dólares nessa empreitada... 13.10.2024, Sputnik Brasil
2024-10-13T22:13-0300
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De acordo com o ministro, uma interferência muito poderosa foi realizada, com milhões de dólares sendo gastos por entidades norte-americanas para remover o atual governo húngaro.Apesar do enorme investimento na oposição, o partido Fidesz liderado pelo primeiro-ministro Viktor Orbán venceu por uma grande margem, recordou o chanceler. Ele ressaltou, ainda, que os fundos foram investidos na oposição húngara e na mídia da oposição. "Isso ainda está acontecendo", acrescentou. Segundo informações do jornal Magyar Nemzet, citando um documento preliminar do escritório de auditoria do Estado húngaro, a coalizão de seis partidos da oposição nas eleições parlamentares na Hungria em abril de 2022 havia recebido pelo menos 4,6 milhões de euros (R$ 28,19 milhões) do exterior.O ex-candidato a primeiro-ministro húngaro pela oposição, Peter Marki-Zay, disse em um podcast para o jornal Magyar Hang que em meados de junho, vários meses após as eleições, a coalizão de oposição recebeu apoio dos Estados Unidos no valor de "centenas de milhões" de florins, com os quais eles conseguiram pagar "as últimas contas da campanha (eleitoral)".Conforme o político observou, o dinheiro veio da fundação norte-americana Action for Democracy. De acordo com Marki-Zay, cerca de 100 milhões de florins (mais de US$ 280 mil dólares) permanecerão com a oposição do valor total da campanha de "vários bilhões".A Action for Democracy é uma organização não governamental criada nos Estados Unidos no início de 2022, cujo conselho consultivo inclui, entre outros membros, o historiador Timothy Garton Ash, a jornalista Anne Applebaum e o cientista político Francis Fukuyama. O presidente e diretor da organização é David Koranyi, conselheiro diplomático do prefeito de Budapeste, Gergely Karacsony, membro ativo da coalizão de oposição.O partido liderado por Orbán venceu as eleições parlamentares na Hungria, obtendo 135 dos 199 assentos na Assembleia Nacional e manteve uma maioria constitucional pela terceira vez consecutiva. A coalizão de seis partidos de oposição liderada por Marki-Zay ganhou 57 assentos. Dos sete assentos restantes, seis foram para o movimento de direita Nossa Pátria e um para a Lista Nacional Alemã. Após as eleições, o parlamento húngaro reelegeu Orbán como primeiro-ministro do país, que segue à frente do governo pela quinta vez.
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Entidades dos EUA fizeram esforços para interferir nas eleições da Hungria de 2022, diz chanceler
22:13 13.10.2024 (atualizado: 08:36 14.10.2024) Entidades norte-americanas fizeram sérios esforços para interferir nas eleições parlamentares húngaras de 2022, gastando milhões de dólares nessa empreitada, disse o ministro das Relações Exteriores da Hungria, Peter Szijjarto, em entrevista à RIA Novosti.
"Tudo o que sei é que durante nossa campanha eleitoral em 2022, houve tentativas muito sérias de interferência em nossas eleições. Do outro lado do oceano — muito, muito pesadamente, vamos colocar dessa forma", disse Szijjarto.
De acordo com o ministro, uma interferência muito poderosa foi realizada, com milhões de dólares sendo gastos por entidades norte-americanas para remover o atual governo húngaro.
Apesar do enorme investimento na oposição, o partido Fidesz liderado pelo primeiro-ministro Viktor Orbán venceu por uma grande margem,
recordou o chanceler.
Ele ressaltou, ainda, que os fundos foram investidos na oposição húngara e na mídia da oposição. "Isso ainda está acontecendo", acrescentou.
Segundo informações do jornal Magyar Nemzet, citando um documento preliminar do escritório de auditoria do Estado húngaro, a coalizão de seis partidos da oposição nas eleições parlamentares na Hungria em abril de 2022 havia recebido pelo menos 4,6 milhões de euros (R$ 28,19 milhões) do exterior.
O ex-candidato a
primeiro-ministro húngaro pela oposição, Peter Marki-Zay, disse em um podcast para o jornal Magyar Hang que em meados de junho, vários meses após as eleições, a
coalizão de oposição recebeu apoio dos Estados Unidos no valor de "centenas de milhões" de florins, com os quais eles conseguiram pagar "as últimas contas da campanha (eleitoral)".
Conforme o político observou, o dinheiro veio da fundação norte-americana Action for Democracy. De acordo com Marki-Zay, cerca de 100 milhões de florins (mais de US$ 280 mil dólares) permanecerão com a oposição do valor total da campanha de "vários bilhões".
A Action for Democracy é uma organização não governamental criada nos Estados Unidos no início de 2022, cujo conselho consultivo inclui, entre outros membros, o historiador Timothy Garton Ash, a jornalista Anne Applebaum e o cientista político Francis Fukuyama. O presidente e diretor da organização é David Koranyi, conselheiro diplomático do prefeito de Budapeste, Gergely Karacsony, membro ativo da coalizão de oposição.
O partido liderado por Orbán venceu as eleições
parlamentares na Hungria,
obtendo 135 dos 199 assentos na Assembleia Nacional e manteve uma maioria constitucional pela terceira vez consecutiva.
A coalizão de seis partidos de oposição liderada por Marki-Zay ganhou 57 assentos. Dos sete assentos restantes, seis foram para o movimento de direita Nossa Pátria e um para a Lista Nacional Alemã. Após as eleições, o parlamento húngaro reelegeu Orbán como primeiro-ministro do país, que segue à frente do governo pela quinta vez.
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