Dilma responde bem ao tratamento em Xangai e deve receber alta nos próximos dias
00:19 25.02.2025 (atualizado: 00:39 25.02.2025)
© Sputnik / Maksim BogodvidPresidente do Novo Banco de Desenvolvimento do BRICS, Dilma Rousseff, durante a chegada dos chefes de delegações ao Centro Internacional de Exposições Kazan Expo para participar da 16ª Cúpula do BRICS, em Kazan, Rússia, 24 de outubro de 2024

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Desde a última sexta-feira (21), a ex-presidente Dilma Rousseff segue internada em um hospital em Xangai, na China, após relatar sintomas de pressão alta, tontura e vômito. Nas redes sociais, a assessoria atualizou o estado de saúde de Dilma.
Conforme nota publicada no X na noite desta segunda (25), Dilma "responde bem ao tratamento e deve receber alta nos próximos dias". O protocolo do Shanghai East International Medical Center prevê a continuidade dos cuidados em regime de internação.
O quadro apresentado pela ex-presidente foi de neurite vestibular, uma inflação que afeta o nervo do equilíbrio. "Dilma Rousseff passa bem e tem mantido suas atividades de trabalho normalmente durante o período internada", acrescentou.
Por conta da internação, Dilma precisou cancelar compromissos na Cidade do Cabo, na África do Sul, onde participaria de uma reunião com ministros da Economia e presidentes de bancos centrais.
Dilma se tornou presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), o banco dos BRICS, em abril de 2023. A presidência funciona em esquema de rotação, e o mandato da brasileira terminaria em 2025. Entretanto, com sua participação exaltada por parceiros do grupo, a Rússia, que deveria assumir o posto no órgão, cedeu sua vez em favor da permanência de Dilma.