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Perdas da Ucrânia chegam a mais de 138 mil soldados e 2.500 veículos blindados em 2025
Perdas da Ucrânia chegam a mais de 138 mil soldados e 2.500 veículos blindados em 2025
Sputnik Brasil
As Forças Armadas ucranianas perderam 138.545 militares nos primeiros três meses deste ano, de acordo com cálculos da Sputnik com base em dados do Ministério... 02.04.2025, Sputnik Brasil
2025-04-02T09:35-0300
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Já tendo ultrapassado a marca dos três anos, a operação militar especial russa na Ucrânia continua seus esforços para desmilitarizar e desnazificar o país vizinho, que desde os Acordos de Minsk prepara com aliados uma guerra por procuração contra a Rússia. Contando principalmente com doações de armamento dos EUA e de países europeus, especialmente de Estados-membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), Kiev se encontra em uma posição muito difícil em todas as frentes de batalha, perdendo, a cada dia que passa, pessoal e equipamentos militares. Apenas em 2025, Kiev perdeu:Em 2024, o número de mortos e feridos nas fileiras das Forças Armadas ucranianas chegou a 590.000 soldados e, desde o início da operação militar especial, esse número ultrapassou 1 milhão de soldados, disse o chefe da Diretoria Operacional Principal do Estado-Maior russo, Sergei Rudskoi, em fevereiro. Desde o início da operação militar especial em fevereiro de 2022, foram contabilizados um total de:Nos últimos meses, Moscou tem se envolvido em diálogos bilaterais com Washington para evitar que o conflito transborde para outras regiões, na tentativa de estabelecer uma paz sustentável de longo prazo na Europa, argumentando que a única forma de se chegar a paz é através do diálogo e da diplomacia. Enquanto a Europa investe pesadamente em armamento, cogitando inclusive — a revelia da Rússia — o envio de tropas de manutenção de paz para o território ucraniano, um cessar-fogo de 30 dias foi mediado por Donald Trump, visando a suspensão de ataques à infraestrutura energética das partes, algo que Kiev não tem respeitado ante os inúmeros ataques de drones direcionados à infraestrutura russa, como o que danificou o oleoduto Druzhba, responsável por abastecer países europeus como a Hungria.
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Perdas da Ucrânia chegam a mais de 138 mil soldados e 2.500 veículos blindados em 2025
09:35 02.04.2025 (atualizado: 12:55 02.04.2025) As Forças Armadas ucranianas perderam 138.545 militares nos primeiros três meses deste ano, de acordo com cálculos da Sputnik com base em dados do Ministério da Defesa da Rússia.
Já tendo
ultrapassado a marca dos três anos, a
operação militar especial russa na Ucrânia continua seus esforços para desmilitarizar e desnazificar o país vizinho, que desde os Acordos de Minsk prepara com aliados uma guerra por procuração contra a Rússia.
Contando principalmente com
doações de armamento dos EUA e de países europeus, especialmente de Estados-membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), Kiev
se encontra em uma posição muito difícil em todas as frentes de batalha, perdendo, a cada dia que passa, pessoal e equipamentos militares.
Apenas em 2025, Kiev perdeu:
11 sistemas de mísseis antiaéreos;
2.495 tanques e outros veículos blindados de combate;
29 sistemas de lançamento múltiplo de foguetes;
3.032 canhões de artilharia de campo e morteiros;
3.887 veículos militares especiais.
Em 2024, o número de
mortos e feridos nas fileiras das Forças Armadas ucranianas chegou a 590.000 soldados e,
desde o início da operação militar especial, esse número ultrapassou 1 milhão de soldados, disse o chefe da Diretoria Operacional Principal do Estado-Maior russo, Sergei Rudskoi, em fevereiro.
Desde o início da operação militar especial em fevereiro de 2022,
foram contabilizados um total de:
660 aeronaves militares ucranianas;
49.247 veículos aéreos não tripulados;
601 sistemas de mísseis antiaéreos;
22.622 tanques e outros veículos blindados de combate;
1.533 sistemas de foguetes de lançamento múltiplo;
23.152 canhões de artilharia de campo e morteiros;
33.572 veículos militares especiais destruídos.
Nos últimos meses, Moscou tem se envolvido em
diálogos bilaterais com Washington para evitar que o conflito transborde para outras regiões, na tentativa de
estabelecer uma paz sustentável de longo prazo na Europa, argumentando que a única forma de se chegar a paz é através
do diálogo e da diplomacia.
Enquanto a Europa investe
pesadamente em armamento, cogitando inclusive — a revelia da Rússia — o envio de tropas de manutenção de paz para o território ucraniano, um cessar-fogo de 30 dias foi mediado por Donald Trump,
visando a suspensão de ataques à infraestrutura energética das partes, algo que Kiev
não tem respeitado ante os inúmeros ataques de drones direcionados à infraestrutura russa, como o que danificou o oleoduto Druzhba, responsável por abastecer países europeus como a Hungria.
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