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PGR pede condenação de réus do núcleo 4 da trama golpista, acusados de espalhar desinformação
PGR pede condenação de réus do núcleo 4 da trama golpista, acusados de espalhar desinformação
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O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu a condenação dos sete réus acusados de difundir desinformações sobre as urnas eletrônicas, além de atacar... 14.10.2025, Sputnik Brasil
2025-10-14T20:28-0300
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Por cerca de uma hora, Gonet rebateu pontos apresentados pelas defesas dos réus, entre eles, a diferença de tempo entre os atos denunciados e a data dos eventos que marcaram a tentativa de golpe de Estado.São réus do núcleo 4:Gonet, durante explanação diante da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que o grupo agiu na disseminação de informações falsas sobre a confiabilidade das urnas, incluindo alegações de fraude após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2022.Cármen Lúcia rebate defesaA ministra do STF Cármen Lúcia corrigiu o advogado Melillo Diniz, integrante da defesa de Carlos Cesar Rocha, após o representante do presidente do Instituto Voto Legal alegar que o voto impresso foi discutido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).Melillo também protagonizou um diálogo descontraído com o ministro Alexandre de Moraes, ao cogitar que o magistrado torceria para o Palmeiras.Corintiano, Moraes brincou e disse que a afirmação poderia ter consequências sérias para o advogado de Carlos Cesar.O julgamento está programado para ser retomado na próxima semana, quando os ministros da 1ª Turma do STF darão seus votos sobre as condenações do núcleo 4.
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PGR pede condenação de réus do núcleo 4 da trama golpista, acusados de espalhar desinformação
20:28 14.10.2025 (atualizado: 21:15 14.10.2025) O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu a condenação dos sete réus acusados de difundir desinformações sobre as urnas eletrônicas, além de atacar militares contrários à trama golpista. Chamados de núcleo 4, o grupo começou a ser julgado nesta terça-feira (14).
Por cerca de uma hora,
Gonet rebateu pontos apresentados pelas defesas dos réus, entre eles, a diferença de tempo entre os atos denunciados e a data dos eventos que marcaram a tentativa de golpe de Estado.
"É certo que dentro de uma organização criminosa, seus integrantes respondem pela totalidade dos ilícitos cometidos. Mesmo as condutas distantes são cronologicamente alcançadas pelas condutas dos novos integrantes, porque são dirigidas para a mesma finalidade."
Ailton Barros - major expulso do Exército
Ângelo Denicoli - major da reserva do Exército
Carlos Cesar Rocha - presidente do Instituto Voto Legal
Giancarlo Gomes Rodrigues - sargento do Exército
Guilherme Marques de Almeida - tenente-coronel do Exército
Marcelo Bormevet - agente da Polícia Federal
Reginaldo Vieira de Abreu - coronel do Exército
Gonet, durante explanação diante da
1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que o grupo agiu na disseminação de informações falsas sobre a confiabilidade das urnas, incluindo alegações de fraude após a vitória de
Luiz Inácio Lula da Silva, em 2022.

13 de outubro 2025, 18:29
Cármen Lúcia rebate defesa
A ministra do STF Cármen Lúcia corrigiu o advogado Melillo Diniz, integrante da defesa de Carlos Cesar Rocha, após o representante do presidente do Instituto Voto Legal alegar que o voto impresso foi discutido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
"Eu só quero deixar claro, porque o Supremo não disse ao TSE: 'Deixa isso para lá', porque o TSE em hora nenhuma chegou a este ponto [cogitar o voto impresso]. O Congresso Nacional, no exercício de suas competências, formulou normas tentando restabelecer impressão de voto. Isto veio questionado por ação ajuizada e o plenário [do STF] em duas ocasiões, nas ações diretas 4543 e 5988, concluíram em julgamento que era inconstitucional."
Melillo também protagonizou um diálogo descontraído com o ministro
Alexandre de Moraes, ao cogitar que o magistrado torceria para o Palmeiras.
"Vivemos um momento histórico em que qualquer desinformação pode ser atribuída a qualquer pessoa. Quer ver? Se eu disser que o ministro Alexandre de Moraes é torcedor do Palmeiras, isso não é apenas injusto, como pode acabar trazendo consequências quando ele for ao Itaquerão."
Corintiano, Moraes brincou e disse que a afirmação poderia ter consequências sérias para o advogado de Carlos Cesar.
O julgamento está programado para ser retomado na próxima semana, quando os ministros da 1ª Turma do STF darão seus votos sobre as condenações do núcleo 4.
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