Ex-presidente da Coreia do Sul pode ser condenado a 10 anos de prisão

© AP Photo / Lee Jin-manManifestantes durante uma vigília à luz de velas contra o presidente sul-coreano Yoon Suk-yeol em Seul, Coreia do Sul, 4 de dezembro de 2024.
Manifestantes durante uma vigília à luz de velas contra o presidente sul-coreano Yoon Suk-yeol em Seul, Coreia do Sul, 4 de dezembro de 2024. - Sputnik Brasil, 1920, 26.12.2025
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A Procuradoria da Coreia do Sul pediu uma pena de dez anos de prisão contra o ex-presidente Yoon Suk-yeol por obstrução da Justiça, em um dos processos relacionados à tentativa de impor lei marcial em dezembro de 2024, informou hoje (26) a agência Yonhap.
Segundo a acusação, Yoon teria impedido sua detenção por investigadores, violado os direitos de nove ministros que foram excluídos da discussão sobre a decretação da lei marcial e reescrito a proclamação para depois destruir a versão revisada, mesmo após a revogação da medida.
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Panorama internacional
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O ex-presidente responde ainda a outros três processos, incluindo o principal, no qual é acusado de liderar uma rebelião.
Apesar disso, o tribunal decidiu dar prioridade ao julgamento do caso de obstrução da Justiça, cujo veredito pode ser anunciado em 16 de janeiro.
De acordo com a imprensa sul-coreana, no processo principal, a Procuradoria poderá pedir pena de prisão perpétua.
Yoon Suk-yeol decretou lei marcial em 3 de dezembro de 2024, alegando a necessidade de "erradicar forças pró-Coreia do Norte e proteger a ordem constitucional". No entanto, o Parlamento revogou a medida na mesma data. Poucos dias depois, os deputados aprovaram o impeachment do presidente, e, no fim do mês, também do primeiro-ministro Han Duck-soo, que exercia interinamente a Presidência.
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