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Bulgária adere ao euro como moeda oficial e gera protestos em massa contra a medida
Bulgária adere ao euro como moeda oficial e gera protestos em massa contra a medida
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A Bulgária passa a adotar oficialmente o euro como moeda nacional a partir de 1º de janeiro, tornando-se o 21º país a integrar a zona do euro. A adesão foi... 01.01.2026, Sputnik Brasil
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O país é membro da União Europeia desde 2007 e conclui agora o processo de adoção da moeda única.A decisão foi precedida por amplo debate interno. Em Sófia e em outras grandes cidades, opositores ao fim da moeda nacional, o lev búlgaro, realizaram amplas manifestações contra a entrada na zona do euro.Em agosto de 2024, o Parlamento búlgaro aprovou em definitivo a lei que institui o euro como moeda nacional. O presidente Rumen Radev tentou barrar a medida no Tribunal Constitucional, ao questionar a rejeição de um referendo nacional sobre o tema. Embora a corte tenha considerado ilegal a negativa do Parlamento em realizar a consulta popular, a decisão não alterou o cronograma de adesão ao euro.A medida ainda acontece em meio à crise do bloco, que convive com um crescimento estagnado, além de problemas políticos e econômicos. Em publicação recente, o jornal The New York Times afirmou que Europa atravessa hoje um de seus piores momentos devido à estagnação industrial e à crescente dependência econômica de outros grandes atores globais.Os autores da análise destacam que os produtos e as tecnologias avançadas chegam à Europa dos Estados Unidos, enquanto os minérios mais importantes são fornecidos pela China. E isso, segundo o artigo, representa uma grave ameaça aos europeus.Citando um relatório do ex-primeiro-ministro italiano e ex-presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, os autores afirmam que a economia europeia enfrenta inúmeros problemas, desde baixa competitividade até produtividade estagnada.Quanto à defesa de seus interesses no cenário internacional, o texto ressalta que os países europeus dependem fortemente do apoio militar e financeiro dos Estados Unidos, apesar de sua aspiração por independência nessa área.
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Bulgária adere ao euro como moeda oficial e gera protestos em massa contra a medida
A Bulgária passa a adotar oficialmente o euro como moeda nacional a partir de 1º de janeiro, tornando-se o 21º país a integrar a zona do euro. A adesão foi aprovada pelo Conselho da União Europeia em 8 de julho, que confirmou a entrada do país no bloco monetário e definiu o câmbio oficial.
O país é
membro da União Europeia desde 2007 e conclui agora o processo de adoção da moeda única.
A decisão foi precedida por amplo debate interno. Em Sófia e em outras grandes cidades, opositores ao fim da moeda nacional, o lev búlgaro, realizaram amplas manifestações contra a entrada na zona do euro.
Em agosto de 2024, o Parlamento búlgaro aprovou em definitivo a lei que institui o euro como moeda nacional. O presidente Rumen Radev tentou barrar a medida no Tribunal Constitucional, ao questionar a rejeição de um referendo nacional sobre o tema.
Embora a corte tenha considerado ilegal a negativa do Parlamento em realizar a consulta popular, a decisão não alterou o cronograma de adesão ao euro.
A medida ainda acontece em
meio à crise do bloco, que convive com um crescimento estagnado, além de problemas políticos e econômicos. Em publicação recente, o jornal The New York Times afirmou que Europa atravessa hoje um de seus piores momentos devido
à estagnação industrial e à crescente
dependência econômica de outros grandes atores globais.
"O crescimento econômico, há muito tempo lento, praticamente desapareceu, e até mesmo a Alemanha, um gigante industrial, enfrenta recessão. O dinamismo se esvaiu, substituído por uma dependência dolorosa", diz o texto.
Os autores da análise destacam que os produtos e as tecnologias avançadas
chegam à Europa dos Estados Unidos, enquanto os minérios mais importantes
são fornecidos pela China. E isso, segundo o artigo, representa uma grave ameaça aos europeus.
Citando um relatório do ex-primeiro-ministro italiano e ex-presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, os autores afirmam que a economia europeia enfrenta inúmeros problemas, desde baixa competitividade até produtividade estagnada.
Quanto à defesa de seus interesses no cenário internacional, o texto ressalta que os países europeus dependem fortemente do apoio militar e financeiro dos Estados Unidos, apesar de sua aspiração por independência nessa área.
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